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	<title>UniDuniTe.com</title>
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	<description>Escola Maternal - Novo Hamburgo</description>
	<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 03:48:40 +0000</pubDate>
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		<title>Novo site para os pais da Uni!</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 15:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Dambacher</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Todas turmas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados papais e mamães!
Estamos mudando nosso site para atender a todos de uma forma melhor.
Para acessar todas as áreas restritas deve-se usar o nome de usuário e senha que já era usada para acessar o site anterior e as câmeras. Alguns pais não puderam ser cadastrados pois não tínhamos o e-mail atualizado.
Tente fazer o login, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados papais e mamães!</p>
<p>Estamos mudando nosso site para atender a todos de uma forma melhor.</p>
<p>Para acessar todas as áreas restritas deve-se usar o nome de <strong>usuário </strong>e <strong>senha</strong> que já era usada para acessar o site anterior e as câmeras. Alguns pais não puderam ser cadastrados pois não tínhamos o e-mail atualizado.</p>
<p>Tente fazer o login, caso não apareça o nome do seu filho no espaço de boas vindas, envie um e-mail para <a href="mailto:paulo@zooweb.com.br">paulo@zooweb.com.br</a> com as seguintes informações:</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Nome da criança:<br />
Turma:<br />
Turno (manhã, tarde ou integral):<br />
e-mail:</strong></span></p></blockquote>
<p>OBS: Para aproveitar o conteúdo exclusivo aos pais, é importante que todos estejam cadastrados de forma correta. Após enviar o e-mail, aguarde a confirmação do cadastro. Pedimos desculpas se alguma coisa não funcionar bem no início, caso isso ocorra, não deixe de mandar uma mensagem para o e-mail acima.</p>
<p>Cadastre-se e curta as novidades que virão!</p>
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		<title>Alimentação Infantil</title>
		<link>http://unidunite.com/blog/index.php/alimentacao-infantil/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 10:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela Klein</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Todas turmas]]></category>

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		<description><![CDATA[Programação para o Desmame
O desmame é a transição da amamentação para a alimentação semi-sólida e sólida. Esse processo deve ser feito de modo gradativo, após os 4 ou 6 meses, dependendo da criança, pois só com essa idade é que o sistema digestivo está pronto para receber outros alimentos além do leite materno.
Não existem regras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Programação para o Desmame</strong></p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-156" style="margin: 2px 10px;" title="menino_comendo" src="http://unidunite.com/blog/wp-content/uploads/menino_comendo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />O desmame é a transição da amamentação para a alimentação semi-sólida e sólida. Esse processo deve ser feito de modo gradativo, após os 4 ou 6 meses, dependendo da criança, pois só com essa idade é que o sistema digestivo está pronto para receber outros alimentos além do leite materno.<br />
Não existem regras rígidas para encaminhar o desmame. O importante é que seja feito com cuidado, para que a criança adquira bons hábitos alimentares.<br />
Comece a fazer o desmame pelos sucos e pelas papinhas de frutas. Os sucos devem ser oferecidos nos intervalos das mamadas, de preferência pela manhã e na quantidade que o bebê aceitar. Não é necessário adicionar açúcar, o melhor é habituar a criança com o sabor das frutas. Já as papinhas de frutas devem ser dadas à tarde. O tamanho da porção é o bebê que determina. Comece pela papinha e depois dê a mamada. À medida que o volume de frutas for maior, a criança deixará espontaneamente a mamada. Assim como acontece com os sucos, não é necessário adoçar as papinhas.<br />
Duas semanas depois de introduzir as frutas, é o momento de oferecer as papas salgadas. O ideal é começar pelo almoço, e só depois que a criança já estiver substituído a mamada desse horário é que se deve dar a papa do jantar.<span id="more-150"></span></p>
<p><strong>Alimentação equilibrada </strong></p>
<p>Para compor uma alimentação equilibrada, ou seja, que tenha potencialmente condições de fornecer os nutrientes necessários para o crescimento e a manutenção do organismo da criança, é preciso seguir três princípios básicos:<br />
1.      Alimentos de todos os grupos (proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais: Isso permite que uma grande variedade de nutrientes, necessários ao organismo, esteja presente na alimentação da criança.<br />
2.      Proporção adequada de alimentos: O organismo, para funcionar bem, precisa de muitos tipos de nutrientes, mas não em quantidades iguais. Por isso, os alimentos que compõem a alimentação da criança devem ter uma proporção adequada para atender às necessidades nutricionais diárias individuais.<br />
3.      Variar ao máximo os alimentos: O conteúdo nutricional dos alimentos é muito variado. Mesmo quando a comparação é feita entre aqueles pertencentes a um só grupo, as diferenças são enormes. Por isso, variar a ingestão de alimentos é uma estratégia importante para obter todos os nutrientes necessários.</p>
<p><strong>Para estimular a criança a comer melhor </strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-154 aligncenter" title="prato_decorado" src="http://unidunite.com/blog/wp-content/uploads/prato_decorado.jpg" alt="" width="320" height="240" /></p>
<p>Os cardápios elaborados para crianças, além de nutritivos, devem ser atraentes, para estimulá-las a se interessarem pelas refeições. Outro fato importante é que a refeição precisa ser um momento de prazer e de bom relacionamento para toda a família. A criança pode comer melhor com simples atitudes, que vão desde a escolha dos alimentos até o modo de prepará-los.<br />
1.      Cardápios coloridos. As cores dos alimentos ajudam a compor a apresentação dos pratos e são ótimas para atrair a atenção e o apetite da criança.<br />
2.      Alimentos preferidos. Sempre que possível, inclua nas refeições da criança os alimentos de maior preferência. Assim, ela aceitará com mais facilidade os outros.<br />
3.      Importância da alimentação. Na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos e por que a dieta deve ser tão variada e não conter só biscoitos ou chocolates.<br />
4.      Modo de preparo dos alimentos. A família e a criança não precisam ter cardápios diferentes, o ideal é adaptar a maneira de elaborar os alimentos usados habitualmente pelos adultos de acordo com a faixa etária das crianças. Em vez de assar a carne, cozinhe e desfie-a, assim a criança pequena a aceitará muito mais facilmente.<br />
5.      Insistir com as novidades. Nem sempre a criança concorda em comer uma preparação que lhe é oferecida pela primeira vez. Algumas precisam provar o mesmo alimento de oito a dez vezes antes de aprová-lo e incluí-lo em seus hábitos alimentares.</p>
<p><strong>Superando os aspectos nutricionais </strong></p>
<p>As relações que o ser humano mantém com a comida extrapolam a sua necessidade de nutrir-se. Embalado pelas sensações e emoções que despertam, os alimentos ora são percebidos como demonstração de amor, ora são vistos como recompensas por êxitos ou, numa atitude inversa, como alívio para fracassos ou problemas. Para a maioria das pessoas, é também um bom motivo para o convívio social.<br />
Definitivamente, os alimentos não são apenas nutrientes, energia, sabores e odores, mas também fortes representações psicológicas criadas em cada indivíduo, a partir do seu relacionamento, único e intransferível, com aquilo que come. Essas experiências sensoriais são conduzidas desde o nascimento, por ações e reações frente aos alimentos, e influenciadas constantemente pela forma como eles são oferecidos. Por isso, cabe aos pais um papel fundamental na formação de bons hábitos alimentares e na construção de uma atitude madura da criança em relação aos alimentos.<br />
Conduzir a alimentação de uma criança com competência não é apenas nutri-la e fazê-la crescer, mas, também, ajudá-la a criar um sentimento de troca, prazer e convivência que repercutirá para sempre em sua saúde e estilo de vida.</p>
<p><strong>Importância das refeições </strong></p>
<p>A refeição é, provavelmente, o ato social mais importante no dia-a-dia de qualquer pessoa. Mais do que isso, ela é um ritual. Para torná-la um momento de prazer, os pais devem primeiro se preparar e, desde muito cedo, ensinar a seus filhos que a refeição, além de ser importante para a saúde, é, também, sinônimo de alegria e integração.<br />
O almoço, o jantar ou qualquer outra refeição não devem representar para as crianças uma obrigação nem ser considerados pelos pais como um presente. A percepção do ato de comer tem diversos significados: nutrição, prazer e atividade social. A integração de todos eles, mesmo que a família se reúna apenas uma vez por dia, contribui para o relacionamento adequado das pessoas com os alimentos, o que evita distúrbios como obesidade, baixo peso ou carências nutricionais.</p>
<p><strong>Pré-escolar e o contato com os alimentos </strong></p>
<p>Nessa fase, a criança está aprendendo a usar os cinco sentidos (visão, tato, audição, olfato e paladar) para se relacionar com o mundo, inclusive com a alimentação. Uma atitude típica do pré-escolar é a manipulação dos alimentos antes de comer, situação que não deve ser reprimida, nem mesmo quando ele amassa uma banana entre os dedos, antes de comê-la. Pode parecer desagradável para um adulto, mas é um prazer para a criança e, ainda, ajuda no seu desenvolvimento. Existe uma grande diferença entre a criança usar o tato para conhecer o alimento e brincar com ele para chamar atenção: como passar banana amassada no cabelo. Nesse último caso, não se deve exagerar na reação, apenas demonstrar que esse comportamento não é correto.<br />
O pré-escolar vai aos poucos descobrindo o seu poder de decisão na escolha de sua dieta. Para testar esse poder, é comum ele aceitar um alimento num dia e no outro rejeitá-lo, o que é perfeitamente normal e faz parte do aprendizado e da relação que ele está estabelecendo com o ambiente e com os alimentos. Recomenda-se, em situações como essa, continuar a oferecer os alimentos como se a criança não os tivesse rejeitado.<br />
Outra característica dos pré-escolares é a limitada capacidade de atenção tanto para comer como para brincar. Por isso, quando estão com fome, concentram-se nessa sensação e comem. Mas, se estão saciados, interessam-se por outras coisas rapidamente. Uma situação muito comum é a criança brincar com os talheres e com a comida depois que não tem mais fome, o que é normal e não requer preocupação nem medidas severas ou chantagens para que ela coma mais.</p>
<p><strong>Rotina para os pré-escolares </strong></p>
<p>Para estabelecer uma rotina na alimentação da criança, a primeira atitude é fazê-la sentir-se segura no ambiente familiar e mostrar-lhe a existência de limites, sem exageros. O melhor é começar com horários regulares para todas as refeições, inclusive os lanches, e selecionar os utensílios (pratos e talheres) adequados para cada idade e que dêem conforto à criança e lhe agradem.<br />
Sem dúvida, a rotina na alimentação é essencial para a formação dos hábitos, mas variar de vez em quando faz bem para a criança e para a família. Almoçar fora de hora, no campo, no parque ou na praia, e trocar o jantar por sanduíches ou pizzas é prazeroso para a criança e estreita o relacionamento com os pais. Mas não se deve fazê-lo com freqüência, porque essas variações acabariam se transformando em rotinas.</p>
<p><strong>Comportamento nas refeições </strong></p>
<p>A refeição, além de nutrir, é uma atividade social e agradável. Para isso, a criança deve ter exemplos de como se comportar tanto em relação aos hábitos alimentares quanto em relação às boas maneiras. A começar pelos pais, que devem evitar os comportamentos negativos, pois, além de prejudicar a boa alimentação, propiciam as chantagens. Já os positivos estimulam o prazer de comer e dão segurança à criança, e o resultado é uma família equilibrada.<br />
Oferecer um alimento não muito apreciado pela criança exige alguns cuidados. Por exemplo, em vez de perguntar &#8220;Você quer frango?&#8221;, faça a pergunta de outra maneira: &#8220;Você quer frango cozido ou assado?&#8221;. Outra recomendação é incentivar a criança a participar do processo, assim a decisão dela passa a ser importante, inibindo uma resposta negativa. A relação da criança com os alimentos depende das atitudes dos pais, que podem ser positivas ou negativas, e, também, das orientações de comportamento durante as refeições.</p>
<p><strong>Falta de apetite</strong></p>
<p>Para caracterizar um quadro de falta de apetite ou anorexia, é preciso prestar atenção para os seguintes sinais e sintomas:<br />
1.      A ingestão de alimentos da criança é normalmente menor do que as suas necessidades, sem que ela apresente doenças nem quadro febril. É importante lembrar que os pré-escolares (crianças de 1 ano a 6 anos) têm um apetite inconstante, isto é, um dia comem bem e, no outro dia, não querem comer nada. Essa situação precisa ser encarada com naturalidade. Assim, após determinados períodos de tempo, a criança acaba ingerindo todos os nutrientes de que necessita.<br />
2.      A evolução do peso em relação à altura é menor do que a esperada nas curvas de crescimento.<br />
3.      Aparecimento de cansaço, desânimo e fraqueza: sintomas de anemia.<br />
A natureza da falta de apetite não é sempre a mesma. Em alguns casos, tem natureza comportamental, ou seja, deriva de hábitos e atitudes da própria família, que propiciam o quadro. Em outros, tem origem orgânica (causada por doenças infecciosas) e, nessa situação, quase sempre é necessária uma intervenção medicamentosa.</p>
<p><strong>Obesidade: prevenção é a melhor solução </strong></p>
<p>Deve-se prevenir a obesidade tão logo a criança nasça, estimulando o aleitamento materno. Apesar de existirem momentos em que o organismo precisa acumular reservas para suportar um período de crescimento rápido, o sobrepeso deve sempre despertar a atenção dos pais.<br />
A primeira atitude a tomar é mudar a crença de que comer muito é sinônimo de saúde. É bom lembrar que o pior da obesidade é justamente seu tratamento difícil. Sabe-se que quando a criança é obesa a chance de ela se tornar um adulto obeso é de 40%. Já para o adolescente obeso a probabilidade aumenta para 75%. Um dos motivos é que o ganho de peso acima do esperado, na infância e na adolescência, acarreta o incremento irreversível do número de células gordurosas. Crianças que começam a apresentar mudança na velocidade de ganho de peso, mostrando os primeiros sinais de obesidade, devem passar por uma avaliação cuidadosa de seus hábitos alimentares, de sua atividade física e de seu comportamento diante da alimentação. Nesse caso, pequenas alterações podem ser suficientes para reverter a situação.</p>
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